Experiência acumulada ao longo de décadas mantém Weligton Moraes como peça estratégica da comunicação do GDF e alvo frequente de disputas nos bastidores políticos e ataques inescrupulosos.
Na capital federal, nem sempre uma crise nasce de um problema real. Muitas vezes, ela surge da dificuldade de alguns adversários em conviver com determinados currículos.
É o caso do secretário de Comunicação do Distrito Federal, Weligton Luiz Moraes. Sua trajetória na administração pública e na comunicação governamental parece causar mais desconforto em certos setores do que qualquer decisão administrativa recente.
Com passagens por diferentes governos do Distrito Federal ao longo de décadas, Weligton acumulou experiência em gestões distintas e participou de alguns dos momentos mais relevantes da política brasiliense. Atuou durante os governos de Joaquim Roriz, José Roberto Arruda, Ibaneis Rocha e, atualmente, integra a equipe da governadora Celina Leão.
Nas eleições de 2018, coordenou a pré-campanha de Jofran Frejat e, posteriormente, integrou a campanha de Ibaneis Rocha ao Palácio do Buriti, participando de uma das articulações políticas mais importantes daquele processo eleitoral.
Talvez seja justamente esse histórico que explique o surgimento recorrente de versões, especulações e narrativas destinadas a questionar sua permanência e influência dentro do governo. Afinal, em política, não raramente o sucesso de alguém se transforma em motivo de incômodo para terceiros.
Nos bastidores do Palácio do Buriti, a avaliação predominante é que Weligton Moraes continua alinhado aos objetivos da atual gestão e permanece exercendo papel estratégico na interlocução com empresários da comunicação, proprietários de veículos, diretores de redação, colunistas e jornalistas.
É ele quem participa de discussões relevantes da comunicação institucional e contribui para a construção das estratégias de relacionamento do governo com a imprensa e a sociedade.
Quem conhece o funcionamento da administração pública sabe que existem funções distintas dentro de uma estrutura de governo. Há quem formule estratégias, há quem coordene equipes e há quem execute tarefas operacionais. Todas são importantes, mas não são a mesma coisa.
A verdade é que Brasília mantém uma antiga tradição: quando faltam fatos, sobram versões. E quando o alvo possui décadas de experiência, trânsito político consolidado e influência construída ao longo dos anos, as especulações costumam ganhar velocidade.
Enquanto alguns se dedicam a fabricar narrativas, o currículo continua falando por si.
Nascido em Feira de Santana (BA) e residente no Distrito Federal desde 1960, Weligton Moraes é jornalista, economista e pós-graduado em Gestão Pública. Foi presidente da Comissão de Desburocratização do Distrito Federal entre 1979 e 1984 e ocupa, pela sexta vez, o cargo de secretário de Comunicação do Governo do Distrito Federal.
Em política, currículos sólidos costumam produzir dois efeitos: respeito entre aliados e desconforto entre adversários.
Para a esquerda, Welington representa os dois, mas ele pouco tá se lixando…o trabalho dele é o que importa!
Com informações Tudo ok Noticias


