ELEIÇÕES 2026: Acaba de sair nova pesquisa com cenário presidencial

A primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todos os cenários de primeiro e segundo turnos testados pelo instituto.

Divulgado nesta quarta-feira (21), o levantamento aponta ainda que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) registram a mesma diferença em relação ao petista em uma disputa direta: 49% a 45%.

Para o primeiro turno, foram testados cinco cenários em que Lula enfrentaria uma diferente lista de adversários. No mais amplo, Lula tem 48,4%, cerca de 20 pontos a mais do que Flávio, com 28%, e 37 à frente de Tarcísio, que marca 11%. Ronaldo Caiado (União) e Renan Santos (Missão) registram 2,9% cada um; Romeu Zema (Novo) e Ratinho Jr. (PSD), 1,7%; e Aldo Rebelo (DC), 1%. Brancos e nulos somam 2,1% e indecisos, 0,3%.

Sem Tarcísio na lista, Lula vai a 48,8%, e Flávio, 35%. Caiado tem 4,3%; Renan, 3,4%; Zema e Ratinho Jr., 2,8% cada; e Aldo, 1%. Brancos e nulos são 1,5% e indecisos, 0,4%. Neste cenário, Lula avançou 1,5 ponto entre novembro e janeiro, enquanto Flávio cresceu quase 12 pontos (de 23,1% para 35%).

O terceiro cenário traz Tarcísio no lugar de Flávio. Lula tem 48,5%, e o governador de São Paulo, 28,4%. Caiado vai a 5%; Ratinho Jr. e Zema, 3,9% cada; Renan fica com 3,2%, e Aldo, 1,1%. Brancos e nulos são 5%, e indecisos, 1,1%.

A simulação seguinte coloca Michelle no lugar de Flávio e Tarcísio e também tira os nomes dos governadores de Minas Gerais e do Paraná – pelo PSD, entra o governador gaúcho, Eduardo Leite. Lula fica com 48,2%, a ex-primeira-dama tem 30,9%, e Caiado supera os dois dígitos, chegando a 11,3%. Renan vai a 3,9%, Leite tem 1,7%, e Aldo, 0,7%. Brancos e nulos somam 2,8%, e indecisos, 0,5%.

No último cenário de primeiro turno, Lula fica com 48,8%; Caiado tem 15,2%; Zema, 11,4%; Ratinho Jr., 9,4%; Renan, 3,9%, e Aldo, 1%. Brancos e nulos avançam a 8,1%, e indecisos, 2,2%.

Segundo turno

Nas simulações de segundo turno, Lula teria vantagem de 4 a 25 pontos contra os adversários testados que podem disputar eleições – a Atlas chegou a simular uma revanche entre o petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 49% a 46% a favor do atual presidente. Por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e pela condenação no STF (Supremo Tribunal Federal), Bolsonaro está inelegível.

De acordo com a pesquisa, Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.

Na disputa entre Lula e Flávio, Michelle e Tarcísio, os percentuais são os mesmos, segundo a Atlas: 49% para o petista e 45% para cada um dos nomes da oposição. A diferença entre o petista e o governador de São Paulo apresenta estabilidade em relação a dezembro, enquanto o senador reduziu a desvantagem de 12 para 4 pontos na comparação com o mês passado.

Contra Caiado, Zema ou Ratinho Jr., Lula amplia a vantagem para 10 (49% a 39%). A maior diferença é obtida pelo presidente contra Leite, com 48% a 23%.

Haddad no lugar de Lula

A Atlas também fez duas simulações de primeiro turno em que o governo não teria Lula como candidato, e sim o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em ambos, o petista aparece na frente, mas com menor vantagem se comparado à performance do presidente.

O primeiro cenário traz Haddad com 41,5%, e Flávio, 35,4%. Caiado marcaria 5,2%; Renan, 3,4%; Zema, 3,3%; Leite, 2,6%; e Aldo, 1,1%. Brancos e nulos são 6,3%, e indecisos, 1,1%.

No outro cenário, Haddad tem 42%, e Tarcísio, em substituição a Flávio, marca 28,9%. Caiado fica com 5%; Ratinho Jr., 4,9%; Zema, 3,8%; Renan, 3,6%; e Aldo, 0,7%. Brancos e nulos somam 9,5%, e indecisos, 1,6%.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR-02804/2026.

Fonte: CNN

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