Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central indicado por Lula, contradisse Gleisi Hoffmann, presidente do PT, ao afirmar que foi protagonista na decisão de subir a taxa Selic para 14,25% em dezembro de 2024, rejeitando a narrativa de que a alta dos juros seria uma herança de Roberto Campos Neto. Em entrevista no dia 27 de março de 2025, Galípolo destacou a autonomia do BC e dos diretores, afastando a ideia de estar apenas seguindo políticas passadas, o que pode gerar atritos com o governo e sinaliza um ciclo de aperto monetário diante de pressões inflacionárias e desafios fiscais.
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Fonte: @brunozambelli.sp / Instagram