Quando a Liberdade ganha corpo, a Esquerda ataca

A tentativa da esquerda de deslegitimar a caminhada do deputado federal Nikolas Ferreira pela liberdade revela menos preocupação com a legalidade e mais inveja política misturada com medo.

Lider do Governo na Câmara, Lindberg teve que engolir a passeata de Nikolas Ferreira

O caso mais emblemático é o do deputado Lindbergh Farias (PT), que, incapaz de enfrentar o debate no campo das ideias ou da mobilização popular, prefere recorrer ao expediente conhecido da esquerda: levantar suspeitas, criminalizar símbolos e pedir punições.

Não se trata de zelar pela democracia — trata-se de controlar o cenário político. Quando um parlamentar decide caminhar, literalmente, ao lado da população, sem aparato estatal, sem máquina pública e sem estrutura partidária pesada, o gesto incomoda porque expõe uma verdade incômoda: há uma base social viva, engajada e disposta a se manifestar fora dos roteiros autorizados pelo que a esquerda tenta impor.

Caminhada chegando no Valparaíso de Goiàs

A caminhada de Nikolas Ferreira não é um crime, não é um golpe e não é um atentado institucional. É um símbolo. E é justamente o simbolismo que apavora. A esquerda sempre entendeu o poder dos símbolos — marchas, atos, ocupações — mas só os aceita quando partem de seu próprio campo ideológico. Quando o símbolo vem do outro lado, a reação é automática: censura, criminalização e tentativa de silenciamento.

O pedido de suspensão do mandato, e depois da caminhada, não passa de uma manobra desesperada. Um recado claro de que a esquerda teme perder o monopólio da narrativa e, pior, teme perder as ruas. Porque diferente de atos artificiais, bancados por estruturas sindicais e militâncias profissionais, a caminhada de Nikolas nasce do engajamento espontâneo, do sentimento de insatisfação e da percepção crescente de que liberdade virou palavra proibida para quem governa com medo do povo.

Mais do que um ato político, a caminhada se transformou em um movimento de expectativa nacional. A previsão da presença de mais de 30 mil apoiadores em Brasília no dia 25, data do encerramento do evento, não é detalhe: é um termômetro. Mostra que há uma parcela expressiva da sociedade disposta a se manifestar pacificamente, com coragem e visibilidade, apesar das tentativas de intimidação.

A esquerda sabe disso. E é exatamente por isso que reage com tanto nervosismo. Quem está seguro não pede censura. Quem tem apoio popular não tenta suspender adversários. Quem governa com tranquilidade não teme uma caminhada.

No fundo, a ofensiva contra Nikolas Ferreira não é sobre legalidade — é sobre medo de perder espaço, perder narrativa e perder o controle do cenário político. E quando o poder passa a temer o povo em movimento, é sinal de que algo muito maior está acontecendo.

Fonte: Portal Opinião Brasília

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