A esquerda brasiliense, acobertada por sites e blogs vendidos que trocam sua condição de meios de comunicação fidedigna e responsável por migalhas políticas no mínimo deficitárias, não perdem tempo para atrapalhar um processo construído a mais de três anos.
Não há a menor dúvida do cenário que se desenha na política do DF para 2026 e, consequentemente, 2027. A esquerda, sem fatos concretos, sem nomes e sem direção, e municiada por blogs e sites “comprados”, tentam substituir a realidade política diante das alianças políticas que entornam a atual vice-governadora Celina Leão, candidata provável ao GDF após a saída de Ibaneis Rocha para concorrer ao senado federal em abril.
Os números são claros, amplamente divulgados nas últimas pesquisas e a crescente assiduidade nas redes sociais de que o avanço de Celina Leão no cenário pré-eleitoral do Distrito Federal é incontestável, desconstruir é muito mais fácil e cômodo para a esquerda brtasiliense.
A tentativa de vender um suposto racha nos bastidores envolvendo Celina Leão não, divulgado por sites contratados pela oposição para desacreditar o governo do DF, não se sustenta quando confrontada com a realidade política do Distrito Federal. Narrativas baseadas em “fontes próximas”, áudios anônimos e conversas de bastidores sempre surgem quando uma liderança deixa de ser subestimada e passa a incomodar. E é isso que Celina e Ibaneis tem sido alvos de ataques. São alvos naturais!
O sobrenome Leão, ao que tudo indica, não gera divisão — gera temor político. Temor de quem vê uma liderança crescer, agregar e avançar onde antes havia conforto para adversários. Em política, quando não há fatos concretos para apontar crises reais, surgem boatos embalados como “informação”.
Se existisse, de fato, uma briga estrutural nos bastidores, o movimento natural seria o afastamento de aliados. O que se vê, porém, é o oposto: partidos se aproximando, lideranças buscando diálogo e uma base política cada vez mais ampla. Em ano pré-eleitoral, ninguém aposta em projetos que estariam ruindo por dentro.
Outro dado que desmonta a tese de desgaste é o crescimento contínuo nas redes sociais. Engajamento orgânico, aumento de seguidores e maior presença digital não são efeitos colaterais de crise — são sinais claros de expansão política e consolidação de imagem pública. Redes não crescem quando há rejeição silenciosa; crescem quando há identificação.
As pesquisas também seguem a mesma lógica. Os números mostram evolução constante, reflexo direto de visibilidade, trabalho e construção política. Em cenários eleitorais, crescimento gradual é mais sólido do que picos artificiais — e é justamente isso que os levantamentos vêm apontando.
Crises reais deixam rastros objetivos: debandada, notas públicas, rompimentos formais, perda de apoio institucional. Nada disso ocorreu. O que existe é o incômodo clássico que surge quando uma candidatura deixa de ser hipótese e passa a ser realidade competitiva.
No jogo político, atacar bastidores é uma estratégia antiga quando o adversário não pode ser combatido nos fatos, nos números ou na trajetória. E, ao que tudo indica, é exatamente isso que está acontecendo.
A esquerda no DF está no desespero e criar “fake News” pode ser uma boa saída para não passar vergonha.
Da redação com informações folhaevangelica.com.br



